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Domingo, Dezembro 17, 2006



Postado por Antonio Cecconi às 6:26 PM | Comments:


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Terça-feira, Maio 10, 2005

Homenagem a Ian Curtis



Ian Curtis, vocalista da banda Joy Division, será homenageado pela emissora inglesa de rádio BBC 6Music no próximo dia 18, quando se completam 25 anos do dia de sua morte.

De acordo com o site Dotmusic, a emissora vai tocar as gravações do grupo feitas ao vivo no programa do DJ inglês John Peel e entrevistará pessoas que conviveram com Curtis, como o fotógrafo Anton Corbijin.

Também farão parte da programação especial regravações de músicas do Joy Division feitas por grupos atuais.

A estação de rádio promoverá ainda a exibição de vídeos raros da banda em uma praça da cidade de Manchester, onde surgiu o Joy Division.

Além de apresentações ao vivo filmadas em 1979 e 1980, será exibido um documentário de 1988 sobre o legado de Ian Curtis.



Um Novo Recorde dos Beatles



Novamente, mais um recorde batido pelos quatro garotos de Liverpool.

Segundo o site da Billboard, The Beatles acabam de registrar mais uma façanha numericamente impressionante.

A coletânea "1" (2000) atingiu a marca de 10 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos, o que equivale a um certificado de diamante conferido pela RIAA (Associação da Indústria Fonográfica Americana).

Assim, os Beatles se tornam o primeiro grupo ou artista a deter seis discos de diamante.

Os outros álbuns do famoso quarteto de Liverpool que atingiram tal nível foram o duplo "Álbum Branco" de 1968, as compilações "The Beatles 1967-1970" e "The Beatles 1962-1966" de 1973, "Abbey Road" de 1969 e "Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band" de 1967.



Deep Purple em estúdio



O Deep Purple já começou a gravar seu próximo disco. Os veteranos entraram no estúdio no começo de abril, e ainda não têm previsão de sair de lá.

O que se sabe é que o novo álbum está sendo produzido por Mike Bradford, e ele quer que o Deep Purple grave pelo menos duas músicas bem longas, que demonstre o talento dos caras.


Postado por Antonio Cecconi às 12:40 PM | Comments:


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Segunda-feira, Fevereiro 21, 2005

Creedence Clearwater Revival - Pendulum (1970)



O sexto disco do Creedence, de 1971, aposta em músicas mais longas e mais elaboradas. Não deixa de ser um caminho diferente para um grupo que, apesar de ser de San Francisco, passava tranqüilo como nativo do delta do Mississipi, tamanha a crueza das interpretações do líder John Fogerty, responsável pela guitarra e pelos vocais. "Born To Move", "Pagan Baby" e "Rude Awakening" são os melhores exemplos dessa tendência. O esforço da banda até que mostra-se louvável, mas as paradas, para variar, foram mesmo de rock sulista: "Have Your Ever Seen The Rain" e "Hey Tonight" transformaram-se nos maiores hits de Pendulum. Após o disco, o Creedence começou a se esfarelar. O outro guitarrista do grupo, Tom Fogerty (irmão de John) largou o grupo para ficar mais tempo com a família - e partir para uma carreira solo, que ninguém é de ferro. No ano seguinte ao lançamento de Pendulum, a banda anuncia sua dissolução (não sem antes criar o disco Mardi Gras). E John também parte para a carreira solo. Porta aberta para as compilações e álbuns ao vivo.

Postado por Antonio Cecconi às 6:45 PM | Comments:


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Quarta-feira, Dezembro 08, 2004

Hoje faz 24 anos que John Lennon foi assassinado ..Sua música, sua mensagem, sua imagem e influência, porém, permanecem fortes nos nossos corações.



John Lennon nasceu em Liverpool no dia 9 de outubro de 1940, em plena segunda guerra mundial e não teve irmãos. Seus pais chamavam-se Julia e Alfred Lennon. Anos mais tarde, como a maioria dos jovens da época, John também foi profundamente influenciado pelo movimento musical skiffle e, em 1955, montou com seus colegas de escola uma banda chamada The Quarry Men.

Houve muitas mudanças no grupo, mas a mais importante ocorreu em 1957, quando outro estudante se incorporou ao grupo, ele chamava-se Paul McCartney. Logo, John e Paul, tornaram-se uma dupla perfeita para escrever canções.

O grupo, então, passou a chamar-se Johnny & The Moondogs. Nesta época, a formação era: John, Paul, George e Ken Brown. Houve ainda um quinto integrante, Stuart Sutcliffe. Mais tarde, o grupo passou a chamar-se The Beatles, com algumas mudanças, Ringo Starr toma o lugar da bateria.

A banda perfeita estava montada, uma banda que não só mudou a maneira de fazer música como a maneira de se comportar, de se vestir e se pensar. Com uma grande carreira, os Beatles lançam álbuns fantásticos, musicas perfeitas.

Anos depois, com a separação do grupo, John Lennon iniciou uma grande etapa na sua carreira solo. Uma carreira que ele chegou a abandonar por um tempo para se dedicar na educação de seu filho recén nascido, Sean.

No dia 8 de dezembro 1980, justo quando se reencorporava na sua carreira musical com o lançamento do disco "Double Fantasy" foi assassinado por um fã maldito, provocando uma grande tristeza no mundo musical, as homenagens a ele se estendem até hoje no mundo todo, sua presença ainda pode ser sentida, é só imaginar.


"Ele mudou a consciência das pessoas de uma maneira incrível, tanto com palavras como com música. Ele não tinha medo de dizer a verdade e nos dar um cenário claro do que estava realmente acontecendo." Yoko Ono



Postado por Antonio Cecconi às 1:05 PM | Comments:


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Terça-feira, Novembro 23, 2004

O retorno do Cream?



Eric Clapton quer voltar a tocar com o Cream, noticia a Billboard, citada pelo dotmusic.
De acordo com estas fontes, o guitarrista britânico vai juntar-se a Ginger Baker (bateria) e Jack Bruce (baixo) para uma semana de concertos no Royal Albert Hall, em 2005.
O último espectáculo oficial do Cream aconteceu naquela sala de Londres, em 1968.
Em 1993, o trio reuniu-se expressamente para atuar na cerimónia de nomeação para o Rock And Roll Hall of Fame.
Ainda segundo a Billboard, os Cream planeiam voltar a ensaiar no começo de 2005,desconhecendo-se por enquanto se a banda pretende extender a sua atividade a uma excursão de maior envergadura, fora do Royal Albert Hall.



The Who com novo disco



Os britânicos The Who querem voltar aos discos, prometendo lançar um álbum em 2005.
De acordo com o NME.com, Pete Townshend garante que está empenhado em trabalhar num novo álbum, devendo reunir-se com Roger Daltrey, o outro membro sobrevivente do The Who, antes do Natal.
Numa mensagem colocada no seu site oficial, o músico garante ainda que o sucessor de "It's Hard", de 1982, não será um álbum conceitual.
"Se as gravações correrem bem, viajaremos em excursão com a banda como de costume,em 2005", escreve ainda Pete Townshend.
O The Who não lança discos desde 1982, apesar de terem continuado a atuar ao vivo, desde então, incluindo dois inéditos: 'Real Good Looking Boy' e 'Old Red Wine', numa compilação de êxitos editada em 2004.




Postado por Antonio Cecconi às 6:28 PM | Comments:


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Sexta-feira, Novembro 12, 2004

Hoje é aniversário de Neil Young.



Neil Young nasceu no dia 12 de novembro de 1945, em Toronto no Canadá. Ainda jovem, por ocasião da separação de seus pais, mudou-se para Winnipeg, naquele mesmo país. Começou sua carreira ainda na adolescência tocando folk e rock music em bandas colegiais como The Squires e The Stardusters. A mais bem sucedida foi com certeza o The Squires que chegou a fazer um relativo sucesso na região, entre 1963 e 1965.

Seu primeiro álbum solo foi lançado em janeiro de 1969, chamado simplesmente de Neil Young , e produzido por seu amigo Jack Nitzsche. No entanto é um álbum em vários aspectos decepcionante, prejudicado pela produção deficiente e pela indefinição musical.



Nessa mesma época, Young começou a tocar com uma banda chamada de The Rockets. Neil Young sugeriu que mudassem o nome para Crazy Horse. Então quatro meses após o do lançamento de seu primeiro álbum e dois meses depois de começar a tocar com a Crazy Horse, Neil Young surpreende a todos e lança seu segundo disco solo chamado "Everybody Knows This is Nowhere", um verdadeiro marco em sua carreira. O álbum trouxe algumas das melhores composições de Young, como "Cinnamon Girl", "Down by the River" e "Cowgirl in the sand". Gravado em apenas duas semanas, no estúdio do próprio Neil, em Topanga, Califórnia o álbum selava o encontro definitivo entre Young e a banda que se tornaria o melhor veículo para sua música. Apesar do sucesso de crítica e a boa aceitação popular, Young resolve dar um tempo em sua carreira solo e tirar o resto do ano de 69 para participar do super grupo formado pelos seus amigos Crosby, Stills e Nash, que ficou conhecido como CSN&Y. A banda faz sua estréia com Young em Woodstock, onde tocam para mais de 400 mil pessoas.



No ano seguinte lançam o disco "Deja Vu", grande sucesso de público e crítica. O álbum entrou em primeiro lugar na parada dos mais vendidos. Mas após uma turnê "sold-out" durante o verão americano a banda resolve se dissolver. Em 1971, é lançado um álbum duplo ao vivo desta tour, chamado Four Way Street, que também atinge o primeiro lugar nas paradas. A coletânea de 72 So far seguiu o mesmo caminho, marcando três estréias seguidas em primeiro lugar na parada. Ainda em 1970, mais precisamente em agosto, Young lança outro disco com a Crazy Horse, After the Gold Rush. Um álbum acústico no qual Young flertava com uma sonoridade mais rebuscada e melodiosa. O álbum tem a participação do jovem guitarrista Nils Lofgren, que se tornaria um colaborador assíduo de Young.

Em 1972 lança o disco Harvest, que o alça definitivamente ao status de super-star. Entre os sucessos desse disco, estão "Heart of Gold" e "Neddle & the Damage Done". Este foi o álbum mais vendido de 72, e "Heart of Gold" o single número nos Estados Unidos por várias semanas.



Em 1973, Young lança "Times Fade Away", um álbum gravado ao vivo, apenas com material inédito, acompanhado da Stray Gators. Nesse álbum, Young investiu numa direção contraria, com uma sonoridade ríspida e crua, várias vezes desleixada, que o manteve distante do grande público.

Em 1974 lança "On the Beach", onde gravou uma resposta ao grupo Lynyrd Skynyrd, a faixa "Walk on" que abre o disco.

Em 1975, Neil Young lança "Tonight's the night", um projeto em homenagem a Danny Whitten e Bruce Berry , que foi gravado em agosto de 1973, um dos melhores álbuns de Young e talvez seu trabalho mais pungente. Na época de seu lançamento Young já estava sóbrio o bastante, e começava a colocar sua carreira de volta nos trilhos, retornando sua colaboração como a Crazy Horse.

Em 1976, Young lança com Stephen Stills o álbum "Long May You Run", um álbum creditado a Still-Young Band. No qual dividiam irmamente as composições do disco. Mas a dupla não durou muito tempo, Neil Young abandonou pela metade a tour de promoção do álbum, sem maiores explicações.



Em 77 lança "American Stars'n'Bars", que ele gravou acompanhado da banda country The Bullets e da Crazy Horse. Além de contar com auxílio luxuoso nos vocais de Linda Ronstadt, Emmylou Harris e Nicolette Larson. O destaque do álbum ficava com o lado B, que trazia uma série de gravações não aproveitadas com a Crazy Horse, que abrangiam um período de 74 até 76. Incluído a versão de estúdio para "Like a Hurricane". No final do ano seria lançada a coletânea tripla Decade organizada pessoalmente pelo músico, e que continha cinco faixas inéditas.

No começo de 78 Neil Young grava "Comes a Time", seu segundo álbum a alcançar o Top Ten. Um disco que procurava reencontrar a receita de sucesso de Harvest, o que de certa forma conseguiu. Ainda em 78 influenciado pelo punk e pela cena new wave, ele sai em turnê pelos Estados Unidos com o concerto Rust Never Sleeps, fazendo parte do show acústico, e parte elétrica com a Crazy Horse em cena. O disco de estúdio resultante dessa turnê, também chamado "Rust Never Sleeps", sai nesse mesmo ano. Como o show que lhe deu origem, é um disco divido em dois lados distintos: um acústico, e outro mais rock'n'roll, com músicas bem mais pesadas. Quatro meses depois, ainda em 1978, é lançado "Live Rust", um disco duplo ao vivo e um filme com shows dessa turnê, também com o nome "Rust Never Sleeps".

Neil Young não andava muito satisfeito com a gravadora Reprise, mas ele ainda estava "amarrado" a um contrato de mais 2 anos. Em 1980, Young lança "Hawks and Doves", um dico que tinha menos de 30 minutos de música.Em 1981, lança com a Crazy Horse o disco "RE*AC*TOR". Ambos parecem mostrar que Young estava apenas cumprindo uma obrigação, e pouco ou nada acrescentam a discografia do músico.



Em 1982, trocou a Reprise pela Geffen Records, que lhe ofereceu um ótimo contrato, financeiramente falando, além de garantir liberdade total e irrestrita de criação para Young, que foi um dos primeiros artistas a terem esse tipo de cláusula incluída no contrato. Mal sabiam os executivos da Geffen com quem estavam se metendo. Young levou realmente a sério essa história de liberdade total de criação, e o curto período em que gravou pela Geffen, cinco anos, é marcado por obras esdrúxulas, exercícios de estilos impensáveis e nenhum sucesso comercial.

O primeiro álbum de Young pela Geffen, é "Trans" de 1982, é seu disco mais pretensioso e frustante, com elementos techno e minimalistas, inspirado em bandas como Devo e Kraftwerk. Seguindo a fase de obras sem fundamento, em 1983 lança "Everybody's Rockin'", um álbum de Rockabilly com a banda The Shocking Pinks. O álbum que era uma espécie de piada inocente, que durava menos de vinte e cinco minutos, pode ser considerado o maior fracasso comercial da carreira do cantor.

Em 1985 ele volta a gravar e lança "Old Ways", um álbum bastante voltado as suas raízes country, incluindo um dueto com Willie Nelson. No ano seguinte lança o disco "Landing on Water", outro álbum obscuro com uma produção indistinta que colocava a bateria e os sintetizadores em primeiro plano.



Em 1987, Young lança "Life" que marca a volta da colaboração com a Crazy Horse, depois de um hiato de mais de seis anos. "Life" é seu melhor álbum pela gravadora Geffen. Mesmo não estando a altura de seus trabalhos mais importantes, pelo menos trás uma grande música, que foi incluída no repertório de shows do cantor a hilária "Prisioners of Rock'n'Roll".

Em 1988, Neil volta para a Reprise. Seu primeiro disco na volta para a Reprise foi "This Note's For You", de 1988 que traz algumas das melhores composições de Young na década de 80. Nesse álbum ele toca acompanhado da banda The Bluenotes. O disco é um passeio pelo blues e pelo jazz, e de todos seus exercícios de estilo nos anos 80 é o mais bem sucedido. Ainda em 1988 ele se junta ao CSN&Y para a gravação do disco "American Dream".

Em 1989 lança "Freedom", sua grande volta por cima, abandonando de vez os experimentalismos da época da gravadora Geffen. Nesse disco está a música "Rockin' in the Free World", que recentemente fez bastante sucesso na voz de Eddie Vedder, do Pearl Jam. Em seguida, em 1990, lança o excelente "Ragged Glory", com seus velhos companheiros do Crazy Horse.



Em outubro de 1991 ele lança o EP "Arc" e o disco ao vivo "Weld", gravados com o suporte do Crazy Horse. Em 1992 sai o disco "Harvest Moon", a tão esperada seqüência de "Harvest" de 1972, além de marcar o aniversário de vinte anos deste álbum. Nesse mesmo ano, ele grava um show acústico especial para a MTV, que é lançado em disco no ano seguinte.

Em 1993, a sua ex-gravadora, Geffen, lança um disco chamado Lucky Thirteen, contendo material de Neil gravado entre 1982 e 1988. São músicas ao vivo, raridades e demos. No final do ano participa do Concerto em homenagem aos 30 anos de carreira de Bob Dylan, onde interpreta as músicas "Just like Tombstone Blues" e "All Along The Watchower" acompanhado da seminal banda de soul music dos anos 60 Booker T. & The MG's.

Em 1994 ele participa da trilha sonora do filme Philadelphia, e em agosto desse mesmo ano, lança o disco "Sleep With Angels", com a Crazy Horse, que trazia uma homenagem ao recém falecido líder do Nirvana Kurt Cobain, na épica Change Your Mind de 14 minutos. No verão de 1995, ele lança "Mirror Ball", tendo o suporte da banda Pearl Jam. Nesse mesmo ano, ele volta a participar de uma trilha sonora, a do filme Dead Man.



No verão de 1996, ele grava "Broken Arrow" com o Crazy Horse, e participa de uma mini-turnê de divulgação do disco. Essa turnê é gravada e lançada em forma de disco e filme, em 1997, ambos chamados de "The Year of the Horse".

Em 1999, Young participou do disco "No Boundaries", que teve o dinheiro de sua venda revertido para a ajuda dos refugiados da guerra de Kosovo. Aparecem tambem nesse disco o Pearl Jam, Oasis, Black Sabbath, Rage Against the Machine, Korn entre outros. Ainda em 99, Neil Young convoca os velhos amigos do CSN&Y para a gravação de um novo álbum, que sai sob o título de "Looking Forward". O disco é bastante elogiado e vende bastante ao redor do mundo.

No ano 2000, Neil Young volta a fazer um trabalho solo. "Silver & Gold" é lançado em maio e é muito elogiado pela imprensa em geral. O disco é, musicalmente falando, muito mais voltado às suas raízes, deixando um pouco de lado as guitarras, muito presentes na maioria dos seus discos lançados na década de 90. O álbum é quase inteiramente acústico, no formato voz-violão-gaita, formato este que Neil Young sabe como poucos transformar em grandes momentos.



Completada a turnê de Silver & Gold, Neil lança mais um álbum ao vivo, "Vol.1 - Road Rock" que conta com 8 faixas de variadas épocas de sua carreira. O novo álbum é acompanhado do lançamento de um DVD com mais de 20 músicas, sendo ambos lançados no fim de 2000. No começo do ano seguinte, Neil Young vem ao Brasil para se apresentar no Rock in Rio 3, ao lado do Crazy Horse.

Em 2002, Young lança "Are You Passionate?", o primeiro disco resultante da pareceria de Neil com a banda Broker T & The MG's. Neste disco, ecoa as influências da soul music, e é o disco mais variado de Neil Young desde "This Note's For You", de 1988. A Crazy Horse contribui na faixa "Goin' Home". Este disco conta ainda com "Let's Roll", uma composição feita logo após o desastre das torres gêmeas.

Novo ano, novo disco, em 2003 "Greendale" é lançado como um álbum conceitual que prevê ainda o lançamento de um filme dirigido por Neil Young com a história deste. Antes do lançamento do disco, Neil já estava em turnê tocando e contando a história de "Greendale" ao redor do mundo.

Atualmente Neil vive bem recluso, no norte da Califórnia, se negando a dar entrevistas à revistas e televisões. Ele sempre disse não gostar "do cheiro das revistas". Ele dirige, junto com sua mulher Peg, a Bridge School for Handicapped Children, que é uma associação de ajuda a crianças deficientes. Seu filho Ben tem um problema no cérebro e é tratado lá. Periodicamente ele financia concertos em benefício dessa associação, sendo que o último deles rendeu um álbum , chamado "Bridge School Concerts", onde aparecem artistas como Beck, Patti Smith, Pearl Jam, Elvis Costello, David Bowie e o próprio Young.



Postado por Antonio Cecconi às 4:11 PM | Comments:


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